quinta-feira, 29 de outubro de 2009





O desafio do azeite

A oliveira, árvore de civilizações longínquas, e o azeite de seu fruto já acompanham o homem há tempos na história e na literatura. Não se sabe ao certo a origem do azeite, mas o seu uso milenar está registrado ao longo dos anos. A marca mais lembrada em 2009, segundo o Datafolha, outra vez foi a Gallo, com 21%, dois pontos percentuais abaixo da pesquisa anterior.


Ainda assim, 15 pontos percentuais a separam da marca Maria, segunda mais citada, com 6%.
"A comunicação é voltada para as famílias brasileiras, em seus diferentes formatos. Dessa forma, estamos sempre próximos do consumidor", acredita Rita Bassi, diretora-geral da Gallo Brasil, marca que está comemorando seus 90 anos de história.





A Gallo teve mais menções no Sudeste (26%), nas regiões metropolitanas (29%) e nas classes A/B (30%). Segundo o Datafolha, 61% dos entrevistados ainda não se lembram de nenhuma marca de azeite, mesmo índice de 2006, quando a categoria foi incluída no Folha Top of Mind.
Rita diz que a Gallo vem tentando mudar esse cenário, com campanhas publicitárias, anúncios e ações de pontos de venda. O Brasil ocupa hoje o 13º lugar em consumo mundial, com 44 mil t/ano, bastante distante da Grécia, primeira no ranking, com 265 mil t/ano, segundo dados da Oliva (Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliva).

Rita também é a atual presidente da entidade. Entre os seus principais projetos, estão o lançamento de um selo de qualidade oficial e o combate à fraude e à falsificação.
Portugal vem se destacando no cenário mundial. O país conquistou um resultado inédito no Concurso de Qualidade dos Azeites Virgem Extra Mário Solinas 2009, organizado pelo COI (Conselho Oleícola Internacional), desbancando os espanhóis. Dos dez melhores azeites eleitos, oito são portugueses.

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