O azeite é um produto que carrega uma história de mais de 6.000 anos. Apesar dos historiados não considerarem a região mediterrânea como originária da oliveira, esta região devido ao clima ameno foi o local propício para seu cultivo. Selecionamos algumas peças para retratar a importância deste produto aos gregos. 

Conta a mitologia grega que, quando as primeiras cidades começaram a se formar, houve um tumulto no Olimpo. Todos os deuses queriam se tornar protetores das novas cidades. Uma das mais conhecidas disputas foi por Atenas. Poseidon, o deus do mar, e Atena, a deusa da sabedoria, queriam se tornar guardiões da cidade. Para decidir quem seria o escolhido, Zeus, senhor do Olimpo, propôs um desafio: aquele que desse aos habitantes o presente mais precioso, se tornaria guardião de Atenas. Poseidon fez brotar do solo uma fonte de água salgada do mar para servir à população. Atenas, por sua vez, fez germinar do chão uma oliveira. Olhando os dois presentes, Zeus considerou a árvore mais útil para os habitantes e deu a Atena a guarda da cidade.
O prêmio pela vitória nas olimpíadas era uma simples coroa feita de ramos de Oliveira. Entretanto os atletas viravam celebridades e era comum os vitoriosos receberem benefícios, tais como lugares reservados nas primeiras fileiras dos teatros e tinham alimentação paga pelo resto da vida. Além disso recebiam tonéis de azeite, que era um produto extremamente caro. Assim, os atletlas se tornavam ricos com a comercizalição desse produto.
Os atletlas também utilizavam o azeite para untar o corpo como maneira de predir protação ao deuses.
Os gregos acreditavam que a árvore tinha origem divina: só podia ser coisa dos céus uma planta que gerava frutos que serviam de alimento para os homens e cujo óleo aliviava a dor dos soldados feridos nas batalhas. Esses significados mitológicos foram largamente disseminados pela história de Homero.
Fonte: Rafael Toon.

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